A pele desliza entre as moléculas
Da minha aura, entre
As pílulas das minhas vertigens.
A tua língua esfria, num calor indizível,
Os meus medos solvidos.
Nos meus dedos, sorvidos, úmidos,
As palavras nada dizem além das tuas visagens...
Aquele vestido de veludo,
Veste a tua tez, ainda que nenhum
Tecido haja em ti.
Ora, tal sentido, tamanho desmedido desejo
Não se exala, assim, de pronto.
Apenas este murmúrio entrelaçado
Em nossas pernas pode,
Decididamente,
Explorar os confins do que é mais próximo,
E íntimo.
Pois em você, meu amor,
Eu nunca pude crer.
Por favor, por favor...
Levante o veludo,
Descerre o tecido,
Por favor!
Solo drunk,
Miles além.
Nada olvida a mentira,
Ninguém dá vantagens à verdade.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
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Um comentário:
olhaa eu aqui guteluuuu! hehe
fico esperando o próximooo...
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