terça-feira, 2 de setembro de 2008

- seashell odilon redon -
.
.
Donde, aqui dentro,
Saíste tão cedo
do rodamoinho monge?
.
Eu quero apenas o tempo,
O Seu tempo, a sua Alma.
.
Não te quis em carinhos,
Não te quero, o ninho.
.
Donde, acolá,
Sou-te o que te sou
quando não estás?
.
Esfera branquinha,
Nesta concha divina.
Esmero esquecido,
No tão fundo recanto.
.
Quero-te sem que eu me perca,
Perco-me de te querer.
Conchas abertas,
Mentes(,) ao ferver?

Nenhum comentário: